Leilões de petróleo representam retomada dos investimentos no setor

A 14ª Rodada de Licitações de blocos para exploração de petróleo e gás natural, que foi encerrada nesta tarde DCE quarta-feira, 27, arrecadou R$ 3,842 bilhões para o governo, um ágio de 1.556,05%. Em nota, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) afirma que se trata do maior bônus de assinatura total da história e que o leilão marca a retomada do setor de petróleo e gás no Brasil.

“O sucesso do leilão reflete as mudanças regulatórias realizadas pelo governo brasileiro, que tornaram o ambiente de negócios no País mais atraente a empresas de diferentes portes”, diz a agência em comunicado.

Foram arrematados 37 blocos para exploração e produção de petróleo e gás natural. A maior oferta por bloco foi de R$ 2,24 bilhões, por Petrobras (50%, operadora) e ExxonMobil (50%), C-M-346, da bacia de Campos.

A área total arrematada foi de 25.011 km2. Os blocos arrematados estão distribuídos em 16 setores de oito bacias sedimentares: Parnaíba, Potiguar, Santos, Recôncavo, Paraná, Espírito Santo, Sergipe-Alagoas e Campos.

Por fim, a ANP avisa que realizará em 27 de outubro a 2ª e a 3ª Rodadas do Pré-sal, com quatro áreas cada. “Atualmente, os dez poços que mais produzem no Brasil estão no polígono do pré-sal, que já é responsável por cerca de metade da produção brasileira.”

A previsão é realizar três rodadas em 2018 e outras três em 2019, com expectativa de gerar mais de US$ 80 bilhões em novos investimentos ao longo dos contratos e US$ 100 bilhões em royalties e milhares de empregos, conclui a nota.

 Fonte: Estadão

Macaé tem esperança de renascer com novos leilões no setor de petróleo

A previsão é de que em alguns anos a cidade pode voltar a empregar e a receber royalties mais expressivos.

Com a aprovação da Lei do Petróleo, em 1997, os royalties passaram a ser relevantes para as cidades produtoras, e Macaé consolidou a imagem de capital nacional do petróleo. Sua população pulou do patamar de 40 mil na década de 1970 para mais de 200 mil habitantes atualmente.

Porém, nos últimos sete anos, a produção de petróleo da bacia de Campos deixou a marca dos 2 milhões de barris por dia que havia em 2010, no auge da sua produção, para atingir cerca de 1,4 milhão de barris diários atualmente. O preço do petróleo caiu pela metade e os leilões de áreas para exploração foram interrompidos.

“Passamos de 163 mil postos de trabalho em 2012 para 125 mil este ano, essa é a grande mazela da crise”, lamenta o prefeito de Macaé, Aluízio dos Santos Júnior (PMDB). Para ele, os investimentos para recuperação de poços maduros da Bacia de Campos e a retomada dos leilões do governo podem trazer esperança para a cidade.

A cada sonda instalada na bacia, mil empregos eram gerados, lembra o presidente da Associação Comercial e Industrial de Macaé, Emerson Esteves, lamentando que agora é o inverso. “Se 20 sondas deixam a bacia, 20 mil perdem o emprego”, avalia o empresário.

Com a volta dos leilões e a expectativa da exploração de campos maduros, a previsão é de que em alguns anos a cidade pode voltar a empregar e a receber royalties mais expressivos. “É fundamental investir na bacia de Campos, por isso é importante que se aumente o fator de recuperação da bacia (hoje em 24%, contra média mundial de 35%) e que a produção volte a aumentar”, conclui o prefeito. 

Seguimos esperançosos em boas notícias referentes a esse importante setor na Região.

Fonte: Época Negócios

Petróleo e serviços podem reerguer mercado de trabalho no Rio

Segundo especialistas, desvincular ‘royalties’ da folha, impor teto salarial e mudar ICMS amenizariam crise

         Não há solução fácil para o Rio, mas há caminhos para recuperação, dizem especialistas. Motivos que levaram o Rio a essa situação de desemprego alto, como ter uma economia focada em serviços e na indústria de petróleo, serão os motores mais à frente, na opinião do economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) e professor Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) José Roberto Afonso:

     — O problema mais grave para o mercado de trabalho tem a ver com o desmonte do complexo petrolífero. A indústria naval é decisiva para o Rio. O setor de serviços, que tem demorado mais a reagir, é mais forte no Rio. Intensifica a crise nesse momento, mas é um setor com mais futuro. E, em alguma hora, a Petrobras vai se reerguer.

Manuel Thedim, diretor-executivo do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), também vê nos serviços o caminho para revitalização da cidade:

    — O Rio é uma cidade muito equipada para o trabalho do futuro, da criatividade e da empatia. O trabalho repetitivo vai durar mais 20, 30 anos. O Rio tem a vocação para a área de serviços, como o turismo.

Afonso afirma que há solução para a crise fiscal que está deixando servidores e aposentados sem salário. O primeiro passo é desvincular os royalties do petróleo da folha de servidores e destiná-los aos investimentos:

    — São recursos incertos. Não podem estar ligados ao pagamento de servidores e inativos. Tem que aumentar a contribuição para financiar esses gastos previdenciários.

    A discrepância entre os gastos do Executivo fluminense e dos outros poderes também tem que ser resolvida para o Rio avançar, diz Afonso:

    — O Poder Executivo do Rio, que tem policial, médico e professor, e o do Espírito Santo são os que menos gastam com servidores. O que dispara as despesas são os aposentados dos outros poderes. Essa situação é gravíssima e crônica no Rio.

    A solução passa pelo teto da remuneração dos funcionários públicos — proposta pelo governo federal dentro do pacote de medidas de ajuste fiscal —, que pode ter um impacto significativo no estado. Outra saída seria uma reforma tributária, com foco no ICMS. Segundo o economista da FGV, o Rio tem a menor relação entre arrecadação estadual e o que produz. O estado não recolhe ICMS sobre o petróleo, que fica no estado de destino do produto:

     — O Rio é forte em petróleo e serviços. Em ambos os segmentos, o estado não recolhe o imposto. E importa muito. Se o ICMS fosse cobrado no destino, haveria uma redistribuição de receita para o Rio (só o ICMS do petróleo é recolhido no destino).

     Em busca de soluções para a situação crítica do estado, os jornais O GLOBO e EXTRA vão promover nos próximos dias 30 e 31, no Museu de Arte do Rio (MAR), o seminário “Reage, Rio!”, onde representantes do poder público e da sociedade, empresários e acadêmicos vão discutir propostas e apresentar estudos de casos em seis áreas: segurança, recuperação econômica, mobilidade urbana, ética, políticas públicas e turismo.

Os debates serão transmitidos ao vivo em um ambiente especial que será criado nos sites do GLOBO e do EXTRA. O objetivo é permitir que a população acompanhe o conteúdo das palestras pela internet.

Fonte: O Globo

Boa notícia: Petrobras anuncia descoberta de petróleo no pré-sal da Bacia de Campos

   A Petrobras informou na última sexta-feira, dia 11/08, a descoberta de acumulação de petróleo no pré-sal da Bacia de Campos, localizada na área do Campo de Marlim Sul.

     Esta é a primeira descoberta comercial de petróleo no pré-sal da área deste campo e ocorreu durante a perfuração do poço 6-BRSA-1349-RJS (nomenclatura ANP) / 6-MLS-233-RJS (nomenclatura Petrobras), informalmente conhecido como Poraquê Alto, com profundidade final de 4.568m.

     O poço onde foi identificada a descoberta está localizado a 115 km da costa do Estado do Rio de Janeiro, em profundidade d’água de 1.107m, tendo sido esta confirmada por meio de dados de perfis, detector de gás, testes de formação a cabo e amostras de fluido.

   A análise dos dados atuais indica reservatórios carbonáticos com boas características de porosidade e permeabilidade, a 4.420m de profundidade e 45m de espessura com óleo.

    Esse resultado demonstra o potencial de novas descobertas em bacias maduras, com infraestrutura de produção já implantada.

      Esta é uma ótima notícia para o ramo de exploração e produção do petróleo e seguimos esperançosos de novas boas novidades.

Fonte: TN Petróleo

O Brasil precisa melhorar estrutura do mercado para atrair mais empresas, segundo chineses

        No evento organizado pela Fundação Getúlio Vargas no RJ, em 03/08/2017 chamado “Primeiro Seminário Brasil-China – Regulação e Desafios Legais para Empresas e Investimentos Chineses no Brasil”, representantes de algumas empresas chinesas que operam no Brasil falaram sobre os seus principais problemas no país e discutiram possíveis soluções com os participantes de ambos os países para ajudar a avançar nos investimentos chineses no Brasil.

       Wan Guangfeng, da China National Petroleum Corporation (CNPC), enfatizou a importância do setor de petróleo no Brasil, com as reservas de pré-sal e um grande potencial de crescimento.

          No entanto, ele apontou como um dos exemplos de obstáculos para o desenvolvimento e aumento dos investimentos, a exigência de conteúdo local, que é generalizada no setor de petróleo.

         Além disso, ele sugeriu que uma reforma tributária pode ser benéfica para o desenvolvimento do setor de petróleo e outros no país.

      Jia Yao, diretora de Administração da China National Offshore Oil Corp (CNOOC), acrescentou que o país tem o potencial excelente, recursos humanos capacitados e uma boa base jurídica.

       Floriano Azevedo, professor de Direito da FGV no Rio de Janeiro, disse que o ambiente de negócios experimentou muitos progressos nas últimas duas décadas, mas ainda há muito para construir na busca de um ambiente mais eficiente e atraente para empresas estrangeiras e investidores.

       O atual ambiente de negócios do Brasil é muito semelhante ao da China na década de 1990, observou o cônsul brasileiro no Rio de Janeiro, Li Yang. Embora o Brasil produza muitos bens industrializados, raramente ele consegue ser internacionalmente competitivo, o que é injusto para a produção local.

     “Se o Brasil quer prosperar e se desenvolver, a estrutura do mercado precisa mudar”, disse o cônsul Li, acrescentando que “o Brasil é um país importante, mas não se arrisca a subir no palco para a competição mundial”.

      Por último, Carlos Ivan Simonsen Leal, presidente da Fundação Getulio Vargas, enfatizou a importância de buscar parcerias mais profundas e destacou a necessidade de reconhecer as diferenças culturais entre o Brasil e a China e que há a necessidade de grandes estudos sobre o ambiente de negócios das organizações de ambos países (assim como todos no mundo) para adequar e melhoras as relações, atingindo sucesso.

Fonte: TN Petróleo

Demanda de petróleo cresce acima do previsto

Segundo especialistas responsáveis pelo Relatório do Mercado de Petróleo da Agência Internacional de Energia (IEA, na versão em inglês), principal fonte de informação independente sobre o mercado global de petróleo, indicadores preliminares reportam que o crescimento da demanda global, após cair para o nível mais baixo de 1 milhão de barris/dia (b/d) no primeiro trimestre, subiu para 1,5 milhão de b/d no segundo trimestre.

O aumento da produção em junho não evitou uma alta de preços do petróleo, pois o crescimento da demanda foi muito forte tanto nos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) como em países emergentes. Isso representa um cenário favorável para o Brasil e, especificamente, para a Petrobras, cuja produção é crescente.

Em junho, a oferta de petróleo aumentou em 720 mil b/d, para 97,46 milhões de b/d, e só os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) elevaram a produção para 32,6 milhões de b/d, o maior nível deste ano.

A IEA prevê que a demanda de petróleo cresça 1,5% neste ano, para 98 milhões de b/d, e mais 1,5% em 2018, para 99,4 milhões de b/d. Segundo a análise, se as cotações do dólar continuarem moderadas ou caírem em relação a outras moedas fortes, em decorrência de uma política pouco agressiva do banco central norte-americano (o Fed), a procura por petróleo deverá aumentar. Será possível, nesta hipótese, reconstituir os estoques, hoje considerados insatisfatórios pelos especialistas.

O Brasil tem mostrado resultados positivos segundo a IEA. Sua produção cresceu conforme as expectativas em maio após a Petrobras ter concluído os trabalhos de manutenção de suas plataformas. A produção da estatal aumentou 114 mil b/d entre abril e maio e superou em 166 mil b/d a de igual período do ano passado.

Com boa gestão e mais produtividade, espera-se que a Petrobras, como exportadora, tenha condições de aproveitar a recuperação da demanda e dos preços.

Fonte: O Petróleo

VISITA IMPORTANTE NO PORTO DO AÇU – EMPRESÁRIOS CHINESES ESTIVERAM NO LOCAL VISANDO NEGÓCIOS FUTUROS

O embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, acompanhado de uma comitiva de cerca de 20 empresários chineses, foi conferir de perto os potencias do Complexo Portuário do Açu no dia 30/06/2017.

A comitiva foi recebida pelo presidente da Prumo Logística, José Magela, e pelos diretores Fernando Henrique Schuffner e Marcelo Veloso.

Operacional desde outubro de 2014, o Porto do Açu já recebeu cerca de R$ 12 bilhões em investimentos realizados pela  Prumo e pelas empresas que operam no local.

Durante a visita, a comitiva percorreu os terminais de Minério de Ferro (Ferroport), de Petróleo (Açu Petróleo) e Multicargas (T-MULT), além do Parque Industrial, onde ficam as empresas instaladas no Complexo Portuário.

Um dos pontos destacados no encontro foi a localização estratégica do Porto do Açu para a indústria de óleo e gás, além da capacidade do empreendimento de absorver novas indústrias de grande porte, de receber grandes embarcações e de movimentar variados tipos de carga, como petróleo, granéis sólidos em geral e carga de projeto.

 Outro diferencial do empreendimento abordado no evento é o desenvolvimento de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE), uma área de livre comércio, destinada à instalação de empresas com 80% de sua produção voltada para a exportação.

 Instalada na retroárea do Porto, a ZPE será uma alternativa para empresas chinesas se instalarem no Porto do Açu e escoarem seus produtos para as Américas. O embaixador da China no Brasil falou sobre as oportunidades de negócios que o Porto do Açu apresenta:

“Nós ficamos muito impressionados com a dimensão do Porto do Açu. O empreendimento avançou muito rápido se comparado a outros portos do mundo. A visita de hoje foi importante para estreitarmos os nossos laços e tratarmos as possibilidades de cooperação entre as empresas chinesas e o Complexo Portuário. Tenho certeza de que temos potencial para futuros negócios”, afirmou Li Jinzhang.

Seguimos aguardando novas boas notícias para os setores industriais da região.

Fonte: Petro Notícias

Petrobras Pode Concluir o Comperj em Parceria com Empresa Chinesa

A Petrobras e a chinesa China National Petroleum Company (CNPC) assinaram nesta terça-feira, 04/07/2017, um acordo para negociar parcerias, avaliando em conjunto oportunidades no Brasil e no exterior.

A CNPC é a maior corporação integrada de Óleo e Gás (O&G) da China, com atividades nos setores de upstream, midstream, downstream, marketing e comercialização, prestação de serviços petrolíferos, engenharia, construção e fabricação.

Na visão de mercado, uma parceria estratégica representa uma aliança essencial para viabilizar um negócio, na qual as empresas compartilham riscos e investimentos. Em alguns casos, essas parcerias podem envolver investimento em participações de uma empresa na outra.

O plano de negócios da Petrobras para o período entre 2017 e 2021 tem como meta a realização de parcerias, como forma de compartilhar riscos, de aumentar a capacidade de investimentos, além de promover intercâmbio tecnológico e fortalecimento da governança corporativa.

Desde 2013, a Petrobras e a CNPC são parceiras na área de Libra, considerada pelo governo brasileiro a área em exploração mais promissora do Brasil, no pré-sal da Bacia de Santos.

Por isso, foi entendido pelo mercado que há uma grande possibilidade, destacada também por fontes internas, que a parceria possa oferecer subsídio à conclusão da construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, no Estado do Rio.

Vale ressaltar que o Comperj foi uma das obras envolvidas no caso de corrupção revelado pela Operação Lava-Jato e teve suas obras paradas desde 2014.

Se executado de acordo com os padrões de responsabilidade financeira e cuidado técnicos que devem ser seguidos em obras públicas, o Comperj representa um projeto importante para o País devido à sua capacidade de refino, de 165 mil barris de petróleo por dia na primeira fase, que reduziria a necessidade de importação de derivados. Sua unidade de gás – cujas obras prosseguem – receberá o gás natural a ser produzido a partir de 2020 no pré-sal da Bacia de Santos. Ao que se informa, a construção da unidade petroquímica continuará suspensa.

Com esse comunicado gerou-se um estímulo à esperança de oferta de empregos na obras e avanço da tecnologia e processos de refino no País.

Fonte: Extra

Transeletron se Destaca Entre Prestadoras de Serviços de Manutenção na Indústria de Petróleo & Gás

       O relatório de Inteligência do SEBRAE, referente à Maio de 2017, publicado esta semana destacou, em sua página 5, a Transeletron Serviços Técnicos Especializados LTDA como uma das quatro empresas que se destacam nos serviços de manutenção na Indústria de Petróleo & Gás.

    O relatório é emitido mensalmente fornecendo informações e análises estatísticas importantes sobre o Setor de Petróleo & Gás, citando empresas que se destacam em seus serviços colaborando para o desenvolvimento do setor e da economia em geral, fornecendo inclusive ideias de negócios para empreendedores.

    Ainda segundo a publicação, que tratou nesta edição de valores de contratos, os serviços especializados de assistência técnica e manutenção e reparação de máquinas e equipamentos industriais lideram as demandas principalmente pela Petrobras.

        É uma grande satisfação para a empresa ser citada em um relatório de alta credibilidade como esse e a intenção é fornecer serviços de cada vez maior qualidade seguindo a missão de prover soluções com produtos e serviços de monitoração, controle e automação de poços de petróleo.

Veja todas as informações no Relatório.

Porto do Açu Lança Nova Plataforma Para Cadastro de Fornecedores

Portal de Compras do Açu, o SAP Ariba, promete otimizar processos de contratação

O Porto do Açu lançou uma nova plataforma que irá otimizar os processos de compras junto a possíveis fornecedores. O Portal de Compras já está no ar e representa um novo meio para cadastro de empresas interessadas em prestar algum tipo de serviço dentro do complexo portuário. Implantado em parceria com a SAP Ariba, o portal possibilita, assim como o sistema Petronect da Petrobras, que as contratações sejam realizadas online.

“O Portal de Compras do Açu foi criado para trazer mais eficiência para os nossos processos de contratação. Através da nova plataforma, as empresas instaladas no Porto terão acesso à relação de fornecedores disponíveis e poderão convidá-los para participar de possíveis concorrências. É uma medida para diminuir custos e reduzir riscos, por meio de uma melhor colaboração entre os parceiros comerciais”, explicou João Kapiska, gerente de Suprimentos do Porto do Açu.

O SAP Ariba é uma rede de colaboração de negócios, que possibilita a interação direta entre fornecedor e cliente de forma eletrônica. Isso permite que as empresas acompanhem de forma transparente e em tempo real todos os processos de compras que estejam participando no Porto do Açu.

Os dados dos fornecedores que se cadastrarem no Portal de Compras também estarão disponíveis para as demais empresas instaladas no complexo e para outras companhias que usam a plataforma para contratação, gerando novas oportunidades de negócios.

A Transeletron já se encontra cadastrada no Ariba, pronta para oferecer o melhor de seus serviços.

Fonte: Prumo Logística Global